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Monday, June 3, 2013

A CULPA. Do MFA ao FMI!

A culpa é do pólen dos pinheiros,
E dos juízes, padres e mineiros.
... Dos turistas que vagueiam pelas ruas,
E das strippers que nunca se põem nuas.

Da encafalopatia espongiforme bovina,
E do Júlio de Matos, do João e da Catarina.
A culpa é dos frangos que têm HN1,
E dos pobres que não têm nenhum.

A culpa é das putas que não pagam impostos,
Que deviam ser pagos também pelos mortos.
A culpa é dos reformados e dos desempregados,
Cambada de malandros feios, excomungados.

A culpa é dos que têm uma vida sã,
E da ociosa Eva que comeu a maçã.
A culpa é do Eusébio que já não joga a bola,
E daqueles que não batem bem da tola.

A culpa é dos putos da Casa Pia,
Que mentem de noite e de dia.
A culpa é dos traidores que emigram,
E dos patriotas que ficam e mendigam.

A culpa é do Partido Social Democrata,
E de todos aqueles que usam gravata.
A culpa é do PS, do BE, do CDS e do PCP,
E dos que não querem o TGV.

A culpa até pode ser do urso que hiberna,
MAS NÃO SERÁ NUNCA DE QUEM GOVERNA!
Autor desconhecido

Sunday, June 2, 2013

Onde vais passar o resto da noite:

Perguntou o João ”Rolha” ao Vitorino “Espanhol”? - Sei lá! - Respondeu este. - Pelo que vejo e pelo adiantado da hora já sei que não vais à noitada das festas do concelho - continuou a bater na mesma tecla o João “Rolha”. - Do concelho! - Disse com ar aparvalhado o Vitorino “Espanhol”. Que eu saiba são celebradas no último fim-de-semana de Julho. E, costumo lá ir todos os anos ver a marcha alegórica. Gosto das críticas que fazem às coisas locais, principalmente, à Câmara Municipal. Mas, desde já te digo que são a despropósito. Se há Câmara Municipal que mais evoluiu de há uns dez para cá foi a de Lousada.
- Não são a essas festas do concelho que me estou a referir! -Disse João da “Rolha”. Essas… sei bem, que são no último fim-de-semana de Julho. Estou-me a referir às do nosso concelho.
- Do nosso concelho! Do teu - alertou Vitorino “Espanhol”. Eu não quero nada com esse concelho. Olha que até para registar a minha filha foi lá a minha mulher mas disse que nasceu em casa quando nasceu na maternidade de Paços de Ferreira. Bem insistiu a funcionária do Registo Civil dizendo que era raro nascer em casa e se faltasse à verdade estava sujeita a perder os subsídios. Mesmo assim antes preferíamos perdê-los
- Tens mesmo aversão a Paços de Ferreira - disse o João "Rolha". Por isso o teu apelido de Espanhol cai-te como uma luva como se usa dizer.
- Caiba ou não o problema é meu. - Retomou a conversa o Vitorino “Espanhol”. O que estou farto é de muitos como tu daqui de Freamunde quando lhes convém dizem mal de Paços e do Presidente da Câmara como aconteceu há dias quando deste cabo dos pneus do carro nos buracos no lugar de Miraldo. Não te lembras do que disseste? Que só havia dinheiro para o futebol e festas. - E não é verdade - disse o João "Rolha"! Já viste o que gastaram com a do Corpo de Deus.
- Corpo de Deus! - Disse Vitorino “Espanhol”. É a essas que te estavas a referir? - Era - disse o João “Rolha”. - Olha, não tenho nada contra o Corpo de Deus, mas roubarem-lhe o dia é coisa que não se faz - disse Vitorino "Espanhol". Caso não saibas o Corpo de Deus é celebrado sessenta dias depois da Páscoa. E esses sessenta dias forçosamente calham sempre a uma quinta-feira. Portanto, gostava de ver eles a celebrar nesse dia como o vinham fazendo há anos. Ou nós aqui não celebramos o S. António, Senhora da Conceição e Santa Luzia nos dias do calendário!
- Mas o Mártir S. Sebastião é em Janeiro e aqui é celebrado em Julho - argumentou João “Rolha”. - Mas não foi para economizar dias de trabalho - contra-argumentou Vitorino “Espanhol” - desde que me lembro e, não sou criança nenhuma, que os trabalhadores de Freamunde na segunda e terça-feira de festas não trabalhavam! E, antes do vinte de Abril não havia o direito a férias. Era em horas extraordinárias que se contribuía para esses dias. Portanto não venhas com essa. Porque de bairrismo percebo e sinto-o.
- Sei que sim - disse João “Rolha” a contra modo. Mas esse teu bairrismo e de muitos nossos antepassados não evitaram de ser eles os preferidos para concelho. - Olha que não é bem assim, atalhou Vitorino “Espanhol” - há dias em conversa com um amigo, sabedor destas coisas, disse que a família Chaves Velho, tinha muita influência nesse tempo e não quis que Freamunde se tornasse concelho.
- Ora... ora! - disse João “Rolha”. Alguém se convence disso! - Se me deixares explicar depois talvez me dês razão - disse Vitorino “Espanhol”. E continuou. Antigamente as Câmaras Municipais eram praticamente cobradoras de impostos e prestadoras de serviços tais como: nomear os Carcereiros, as Cadeias eram Comarcãs, e como o nome indica eram elas a determinar as normas e gastos. Além disso também nomeavam os Regedores e estes os seus Cabos de Ordem. Quem se negasse era logo visto como um opositor ao Governo. Como a família Chaves Velho era humanista não queria ver Freamunde com tal missão. Assim nunca propôs Freamunde e deixou que fosse Paços de Ferreira a desempenhar a missão.
- Diz isso mas não engulo - protestou João “Rolha”. Não! - Retorquiu - Vitorino “Espanhol”. Queres uns quantos exemplos. - Dá-los! - Anuiu - João “Rolha”. - Então vão eles - recomeçou Vitorino “Espanhol”. Quem nesse tempo era mais comercial e industrial? Não era Freamunde! Quem tinha e tem maior número de habitantes? Não era e é Freamunde! - Até ver, até ver - ripostou João “Rolha”. Não vês com a nova reforma autárquica e com o desaparecimento da freguesia de Modelos e transformada num lugar de Paços de Ferreira, este, vai ficar com mais habitantes que Freamunde!
- Já vi e o que lamento é que os habitantes de Modelos concordem com isso - disse o Vitorino “Espanhol". Mas enquanto o pau vai e vem folgam as costas. E, o que me custa a engolir é que o Presidente da Câmara sendo de Freamunde pactue com esta situação. - De Freamunde o tanas! Disse - João “Rolha”. Não há muito tempo numa entrevista disse que nasceu no Porto.
- A culpa não é dele. O pai não fez o mesmo que a minha mulher quando disse que a minha filha nasceu em casa e tinha nascido na Maternidade de Paços de Ferreira - acrescentou Vitorino “Espanhol”. De qualquer maneira pouca importa. Nada tem feito por Freamunde. Até te digo mais. Desde o vinte de Abril tivemos dois residentes de Freamunde a Presidentes da Câmara e foram os que não viviam em Freamunde que mais fizeram por Freamunde. - Está bem, concordo contigo, quando dizes que a culpa foi do pai mas escusava de dizer na tal entrevista que tinha nascido no Porto - desabafou João “Rolha”. - Sabes como é. Ao dizer que não nasceu em Freamunde os Freamundenses não gostaram mas os Pacenses adoraram e próximos de eleições, que parece que foi quando as proferiu, caem bem nos habitantes das outras freguesias ou não sabes o ódio que nutrem por nós. E ele sabe que os Freamundenses lhe dão o voto – concluiu Vitorino “Espanhol”. – Até um dia… até um dia - respondeu João “Rolha”. O povo de Freamunde não anda sempre a baixar as calças e não gosta que quem é filho de Freamundenses renegue a sua naturalidade.
- Essa é forte - disse João “Rolha”. Dois residentes! - Sim e se for preciso volto a repetir - voltou novamente Vitorino “Espanhol” a tomar conta da conversa. Um diz que não nasceu em Freamunde o outro nunca o referiu portanto leva-me a crer nisso. Porque se não fosse assim tinham feito mais por Freamunde.
- Esse é o teu ponto de vista - observou João “Rolha”. Eles dizem que não os deixam. És como muitos quando referem: “se não és por mim és contra mim”. Para ti não há meio-termo. - Há, meio-termo, há - disse Vitorino “Espanhol”. E, essa de dizeres que não o deixam é de corar um santo. Então para que serve o Presidente! E se isso fosse verdade e se fosse comigo pedia logo a exoneração. Portanto uma vez que é assim eu puxava tudo para o lado de cima e nada para o de baixo.
- Sabes o que me fazes lembrar - contestou João “Rolha”. Um outro Vitorino que um dia num concurso na televisão quando lhe perguntaram de onde era disse que era de Freamunde. Como o locutor não sabia onde ficava localizado perguntou qual o concelho e sabes qual a resposta? Fica entre Lousada e S. Tirso.
- E, achas que não fez bem! - Perguntou Vitorino "Espanhol. - Eu não acho que fez bem ou mal. No meu caso dizia que era do concelho de Paços de Ferreira - respondeu João "Rolha". - Mas ele entendeu que não e quem lá estava era ele - disse o Vitorino "Espanhol".
- Acho que esta conversa vai longa - disse João “Rolha”. - Para mim não - concretizou Vitorino “Espanhol”. Não tinha intenções de ir a lado algum e muitos menos a noitadas e com isto evitei que fizesses número nas de Paços de Ferreira. E tenho a dizer-te que havia de haver mais Vitorinos em Freamunde. Era a prova provada que o espirito bairrista continuava. O que estou com certas dúvidas a avaliar pelo que ouvi de ti.
- Não faças tal suposição - doeu-se o João “Rolha”. Olha que nasci na Gandarela e amo muito esta terra. O que fez falar assim é que gosto de te ouvir a defenderes Freamunde. - Se gostas não parece - concluiu Vitorino “Espanhol”. E, vou fazer o que disseste. Vou para o aconchego da casa que é lá e em Freamunde que estou bem.

Saturday, June 1, 2013

Dia da Criança.

"Ser Criança
É achar que o mundo é feito de fantasias, 
sorrisos e brincadeiras.
Ser criança é comer algodão doce e se lambuzar.
Ser criança é acreditar num mundo cor-de-rosa
cheio de pipocas.
Ser criança é olhar e não ver o perigo.
Ser criança é sorrir e fazer sorrir.
Ser criança é chorar sem saber porquê.
Ser criança é se esconder para nos preocupar.
Ser criança é pedir com os olhos.
Ser criança é derramar lágrima para nos sensibilizar.
Ser criança é isso e muito mais.
É nos ensinar que a vida, apesar de difícil,
pode nos tornar fácil com um simples sorriso.
É nos ensinar que criança só quer carinho e afecto.
É nos ensinar que, para sermos felizes,
basta apenas olharmos para uma criança."

Reformado com nível:

Exmº Senhor Ministro das Finanças
LISBOA
Excelência:
"A poucos dias de completar 75 anos, a vida ensinou-me a não perder tempo com indivíduos arrogantes, incompetentes, ignorantes ou incoerentes daí, eu próprio, não entender a razão de estar a escrever-lhe, mas sinto que é um imperativo de consciência que dita esta carta.
Nasci um ano antes do início da segunda guerra mundial (se refiro o ano é apenas porque duvido que o senhor fosse capaz de, pelo facto de errar todas as contas, conseguir, a partir da minha idade, chegar ao ano do meu nascimento) e portanto, ainda miúdo, senti, embora as não vivesse, bem de perto a fome e a miséria. Sou natural de Aljustrel e como algum tempo depois do início da guerra a mina, sustento económico da vila, cessou a actividade, vi gente, muita gente, com fome, a alimentar-se de bolotas ou a comer açorda de coentros e alho, aquilo a que os restaurantes que o senhor deve frequentar chamam de sopa alentejana, sem azeite, ou seja, pão molhado em água a ferver. Anos depois imaginei que tal situação não viria a suportar-se mais no meu país mas, infelizmente o caminho que o senhor está a trilhar e a querer obrigar os portugueses a seguir conduzirá inexoravelmente a uma situação de miséria bem pior do que a que os portugueses já suportaram.
Em Outubro de 1945, alguns meses depois do fim da guerra, entrei pela primeira vez na escola e se lembro esse primeiro dia de aulas é pelo enorme pavor que tenho de que a história se repita.
Na parede fronteira às carteiras estava um crucifixo ladeado por 2 retratos, um senhor de bigode e fardado e um outro que estava de perfil com um nariz grande. Depois de algumas palavras a professora perguntou: Algum de vocês sabe de quem são as fotografias que ladeiam o crucifixo? O “Padreca” alcunha dum moço filho da maior beata da terra e, ao que se dizia, do padre, daí a alcunha, respondeu: São os dois ladrões que foram crucificados com Jesus Cristo. A professora exaltou-se e terminou a arenga dizendo que um retrato era do general Carmona, assim, sem senhor nem nada, Presidente da República e o outro de sua excelência o Senhor Dr. António de Oliveira Salazar, digníssimo presidente do conselho. Não sei se foi premonição se pelo ar da professora o certo é que embirrei logo com o “pencudo” que mais tarde viria a odiar. Porque refiro isto? Porque tenho receio de que os meus netos entrem numa sala de aula
onde, no lugar do “pencudo”, estejam as olheiras de Vossa Excelência. Este meu medo funda-se no facto de na entrevista a que a seguir aludirei o senhor não ter falado como ministro das finanças mas sim como primeiro-ministro o que me leva a supor que o senhor se estará a preparar para seguir o percurso do professor de Santa Comba.
Avancemos, deixei de o ouvir, pelas razões que atrás refiro, mas acontece que fui visitar um amigo doente e acamado no dia em que o Senhor dava uma conferência de imprensa, creio que no passado dia 19 e lá tive que o escutar. No fim e após ouvir o comentário do meu amigo, que não reporto apenas porque não utilizo palavras de outros para dizer aquilo que pretendo, respondi ao meu amigo: Não me digas que estiveste a ouvir o “gajo” só para fazeres esse comentário?! Sorrimos os dois, porque o riso aberto já o senhor nos roubou.
Contrariamente ao que pensava a conferência de imprensa ficou a bailar-me nos ouvidos, a seguir, porque tenho gravado, fui ouvir as declarações do seu chefe (ou será o contrário?) feitas antes de ser primeiro-ministro, as declarações de Rafael Correa, Presidente do Equador na conferência realizada em Madrid na reunião entre os países Ibéricos e da América Latina e reler a tradução dum artigo que o senhor publicou no banco central europeu (Excess Burden and the Cost of Inefficiency Public Services Provision) no ano de 2006 (será que se lembra ainda do que então escreveu?) e tal agudizou a necessidade de lhe escrever e, o mais curioso é que a necessidade de gastar, ou perder, tempo com o senhor radicaliza nas mesmas razões que me levam a afirmar que não perco tempo com certas pessoas.
O senhor é arrogante: Só os arrogantes se afirmam donos da verdade absoluta e o senhor afirma e reafirma que o caminho que definiu é o único muito embora vozes autorizadas, até da sua área ideológica, digam que o caminho que o Senhor escolheu conduz o país, ou seja conduz os portugueses, ao precipício.
O senhor é incompetente: O senhor afirmou que com o orçamento de 2012, orçamento que me esbulhou de dois subsídios da reforma para que descontei durante 41 anos, o deficit das conta públicas ficaria nos 4,5% acordados com a troika, mais tarde veio afirmar que afinal o deficit ficaria nos 5% e agora já admite que mesmo esse objectivo não seja atingido. Só um incompetente comete tantos erros numa só operação. O Senhor afirmou e reafirmou que cumpriríamos metas e prazos, abjurando os que reclamavam a redefinição dos mesmos, para depois vir vangloriar-se de ter conseguido alteração das metas e dos prazos que, por pura incompetência, não atingiu. Mas o que revela ainda maior incompetência é o afirmar que uma “receita” que falhou redondamente em 2012 vai, desde que reforçada, produzir resultados diferentes em 2013.
O senhor é ignorante: Ignorante porque ignora a situação de miséria, aberta ou encapotada, em que já vivem mais de um milhão de portugueses e se prepara, com total indiferença, para aumentar o número de miseráveis do nosso país. Ignorante porque recusa as lições que a história nos dá, aconselho o senhor a ouvir as declarações do Presidente do Equador na cimeira Ibero-Americana. Ignorante porque não tira as ilacções que deveria tirar da situação grega. Ignorante porque não escuta as afirmações da directora geral do FMI.
O senhor é incoerente: Porque escreveu, no artigo que atrás refiro, em 2006 que “um estado eficiente podia reduzir para metade a carga fiscal” e está a duplicá-la, quando não a aumentá
-la ainda mais. Eu vou recordar-lhe o que o Senhor escreveu sobre Portugal em 2006: “Em Portugal as receitas fiscais valiam 37,1% do PIB ou quase 60% do consumo privado. Se a provisão de serviços públicos fosse eficiente uma carga fiscal equivalente a 37,5% do consumo devia ser suficiente.”
Face ao que atrás ficou escrito, peço-lhe que ponha de lado a arrogância, a incompetência, a ignorância e a incoerência e preste um serviço a Portugal, demita-se e, se lhe for possível, leve também o resto do grupo que nos está a arrastar para o precipício.
No Alentejo, onde cresci e me fiz gente, ensinaram-me que se deve cumprimentar toda a gente, lembro-me de ouvir os mais velhos dizerem: “não se nega a salvação a ninguém”, mas, honestamente, não devo, não posso e não quero cumprimentar o ministro das finanças do desgoverno de Portugal.
Depois de terminar este escrito e antes de o reler estive a ouvir José Afonso que normalmente funciona como bálsamo para as minhas mágoas e ao escutar “O que faz falta é avisar a malta” decidi que esta carta será tornada pública no formato carta aberta."
José Nogueira Pardal

Nacos de vida. Poesia de Rodela:

Recital da Morte

Eu sou filho da razão,
não como o pão de ninguém
e à noite faço serão
p´ra ajudar quem o não tem!

Vim ao mundo p´ra dizer
que detesto o dom dos nobres
porque eu nasci p´ra viver,
sempre ao lado dos mais pobres.

Quando eu morrer, minha gente,
quero levar bem de frente
dois cravos nesta lapela.

Um representa o meu povo
o outro a luz do mundo novo
que iluminou o Rodela.

O que este governo não gosta de ouvir ou ler:

Reformas de Sócrates
"1. Foi feita a reforma do sistema público da Segurança Social, defendendo o sistema de previdência público e assegurando a sua sustentabilidade
2. A rede nacional de equipamentos sociais teve um aumento sem precedentes na história da democracia, com a aprovação de mais 841 novos equipamentos sociais, num total de 49.400 lugares;
3. Foi aprovada a Despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez;
4. Foi aprovado o Casamento civil entre pessoas do mesmo sexo;
5. Foram eliminadas as subvenções especiais para titulares de cargos políticos;
6. Houve progressos claros e identificados na Escola Pública. Portugal foi o 2.º país em que os alunos mais progrediram em ciências e o 4.º que mais progrediram em leitura e matemática;
7. Foram certificados 500.000 Portugueses, foi o maior passo dado na qualificação dos portugueses;
8. Hoje, todas as escolas públicas têm acesso à internet em banda larga e 75% das escolas têm redes de área local instaladas, e foram distribuídos 1 Milhão e 700 mil computadores;
9. Foram apoiadas mais de 70 mil empresas nos últimos anos através do Programa PME Investe, a que correspondem operações no valor de mais de 7.000 M€;
10. A taxa média de crescimento anual das exportações subiu de 3,2% no período 2000/05 para 4,5% no período 2005/10 (neste período, fomos o 3.º país com maior crescimento das exportações na EU-15);
11. Portugal é agora líder nas energias renováveis e um dos maiores produtores mundiais de energia eólica;12. Mais de metade da electricidade produzida em Portugal provém de fontes renováveis (contra 36% em 2005), permitindo evitar 800 milhões de Euros de importações de combustíveis fósseis;
13. A rede de Unidades de Saúde Familiar, que conta com 283 novas unidades em funcionamento e com mais 450 mil novos utentes com médico de família, chegando a 3,5 milhões o número de utentes potenciais;
14. Foi criado o Complemento Solidário para Idosos, para que nenhuma pessoa com mais de 65 anos disponha de um rendimento inferior ao limiar da pobreza, abrangendo mais de 270 mil beneficiários;
15. O número de diplomados cresceu 20% e o número de doutorados 50%;
16. Portugal tem a maior taxa de crescimento da Europa no investimento em I&D. Registou, entre 2004 e 2009, um dos progressos mais notáveis nesta área, com o investimento em I&D, em percentagem do PIB, a passar de 0,6 para 1,7.
17. Foram criadas as Lojas do Cidadão de 2.ª geração. Em 2005, a rede de Lojas do Cidadão era constituída por 8 lojas, localizadas em grandes centros urbanos. Presentemente, estão em funcionamento 29 lojas, um pouco por todo o país.
18. Portugal é líder do ranking europeu dos serviços públicos online (era 14.ª). Hoje 100% dos serviços estão ligados à Internet quando em 2004 apenas estavam ligados 40%."

Humor fim-de-semana:

Um homem depois de ter apanhado uma grande bebedeira vai roubar galinhas, no dia seguinte sente-se muito arrependido e vai ao confessionário e diz:
- Sabe senhor padre eu ontem não estava bem e fui roubar galinhas, o que é que eu hei-de fazer para remediar isto?
E o padre responde que ele deve dar 10 euros à primeira mulher que vir. Ele sai da igreja ( a igreja até ficava numa esquina) e encontra uma mulher e diz:
- 10 euros!!
E a mulher responde:
- 25!!
E ele diz:
- Mas o senhor padre diz que são 10!!
- Mas o senhor padre já é cliente antigo!
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